31/10/2014

2º JG NIGHT

Nossa equipe já está pronta para participar do 2º JG NIGHT, em Fortaleza - CE.

O Evento tem como objetivo complementar a preparação dos seus estudantes do terceiro ano do ensino médio para o ENEM. No evento serão abordados assuntos pertinentes, que muitas vezes não são tratados durante o ano letivo por falta de tempo, através de uma perspectiva interativa e interessante., que estimule os alunos. Este ano o 2º JG NIGHT contará com a presença de diretores, professores e alunos de outras instituições de ensino público da capital e do interior do estado do Ceará: Quixadá, Itapiúna e São Gonçalo do Amarante.
 


ENEM Chego JUNTO Chego BEM.
Vocês Podem! Nós Acreditamos!

03/09/2014

Dica do Dia

Uma ótima tarde e mais outra dica para você se dar bem no Enem!
#Enem #Enem2014


21/08/2014

Dica do Dia

Um ótimo fim de semana e mais uma dica para você estudar para o Enem!
#Enem #Enem2014


18/08/2014

Dica do Dia

Mande bem no Enem!
Ótima semana para todos!



15/08/2014

EVANGELIZAÇÃO NA ESCOLA - Um momento onde jovens evangelizam outros jovens.

Nesta tarde de sexta-feira (15/08) jovens da Comunidade Católica SHALOM, que tiveram um experiência com o amor de Deus, realizaram um momento de evangelização com os nossos estudantes durante o intervalo.


"Sentimos à verdadeira felicidade, a experiência com a pessoa de Jesus Cristo, Vivo e Ressuscitado, que não é um Deus longe nem distante, mas próximo e amigo."

Foi um momento de bastante descontração e alegria com os nossos alunos.

A seguir um convite a todos dos próximos eventos:

Dia 17 de Agosto (domingo) - O Projeto Juventude para Jesus (PJJ) estará realizando o #TamoNessa;
Dia 23 de Agosto - Festa do Pequeno Detalhe;
Dias 29, 30 e 31 de Agosto - Hora da Virada (Retiro para jovens).

Mais informações: Comunidade Católica Shalom - (3412-0412).

OFICINA: Identificação de Competências do Diretor Escolar

Participantes: Núcleo Gestor, professores, funcionários e alunos da escola.
Local: Auditório da EEM Cel. Virgílio Távora
 

Com a participação de membros da comunidade escolar foi realizada nesta manhã (15/08) uma oficina abordando as competências do Diretor Escolar. Por meio de diálogos e dinamização em grupos dos temas discutidos, destacamos os seguintes pontos:

* Caracterização do cargo de diretor escolar;
* Compreensão do ambiente escolar e do contexto externo;
* Identificação de competências do diretor escolar diante do cenário interno e externo da escola.

Uma Escola cresce com a participação de todos!

14/08/2014

Dica do Dia

Boa tarde queridos alunos!

O ENEM 2014 está chegando, a tensão e pressão em cima dos estudantes aumenta bastante. É aquele momento de colocar em prática todo o conhecimento adquirido nos anos de preparação na escola e/ou cursinho. A partir de hoje, a Eem Cel Virgilio Tavora dará uma "dica do dia" para você mandar bem no Enem! E aí preparado?



13/08/2014

RESULTADO FINAL DE TUTORES DE MATEMÁTICA

A EEM Cel. Virgílio Távora torna público o RESULTADO FINAL DE TUTORES DE MATEMÁTICA.




 Parabéns aos selecionados!

RESULTADO FINAL DE TUTORES DE LÍNGUA PORTUGUESA

A Eem Cel Virgilio Tavora torna público o RESULTADO FINAL DE TUTORES DE LÍNGUA PORTUGUESA.

 




Parabéns aos selecionados!

Semana do Estudante


Prezado(a) estudante!

O Dia do Estudante é uma data especial, pois é uma homenagem a todas as pessoas que valorizam o conhecimento e o crescimento pessoal. Estudar é exercitar a memória para adquirir conhecimentos, aprender. Mas, para que isso aconteça, o estudante deve frequentar a escola e participar das atividades propostas, bem como ser responsáveis com seus estudos, pois o sucesso profissional virá através de muita dedicação.

Portanto, A Eem Cel Virgilio Tavora parabeniza todos os estudantes, em especial os da nossa escola. Sucesso e bons estudos!

Palestra Motivacional: Escolhas Pessoais

Palestrante: Antonio Berlim
Participantes: Alunos do 1º F e 1º I - Tarde
Data: 12/08/14


A motivação nos leva a lugares imagináveis e a alcançar os nossos objetivos.


Com o intuito de mostrar aos estudantes como alcançar os objetivos através das nossas escolhas pessoais, a EEM Cel. Virgílio Távora promoveu em parceria com as Professoras Simone Paiva e Solange Alves uma palestra motivacional. Foi uma tarde prazerosa para os alunos por meio de uma conversar descontraída dirigida pelo palestrante Antonio Berlim.

Veja as fotos em nossa página do facebook: http://goo.gl/Zua99g

16/07/2014

EDITAL DE SELEÇÃO PARA TUTORIA

Download do edital: https://www.dropbox.com/s/azvqwzwh0q0fg73/EDITAL%20DE%20SELEÇÃO%20PARA%20TUTORIA%20eemcvt.pdf


Através da parceria firmada entre Secretaria de Educação do Estado do Ceará (SEDUC), Instituto Unibanco e Ministério da Educação (MEC), a Escola de Ensino Médio Coronel Virgílio Távora resolve abrir edital de seleção de tutores para a atividade Entre Jovens vinculada ao Projeto Jovem de Futuro.
EDITAL PARA A SELEÇÃO DE MONITORES - PROEMI/PJF

Download do edital: https://www.dropbox.com/s/m7uwwuaw8ox9y0g/EDITAL%20PARA%20A%20SELE%C3%87%C3%83O%20DE%20MONITORES%20eemcvt.pdf

A Escola de Ensino Médio Coronel Virgílio Távora, torna pública a seleção de Monitores para atuar na escola, em conformidade com a Portaria Nº 0721 de 27 de agosto de 2012 - Gabinete da Secretaria de Educação do Ceará, que RESOLVE autorizar às unidades escolares da rede estadual de ensino integrantes do Programa Ensino Médio Inovador - PROEMI /Jovem de Futuro - JF a conceder bolsas de monitoria e tutoria, em cumprimento ao que estabelece o §1o do artigo 3o, da Lei 15.190 de 19 de julho de 2012, que criou o Programa de Bolsas de Monitoria e Tutoria da rede estadual de ensino e deu outras providências.

16/06/2014

REDES SOCIAIS E A LÍNGUA PORTUGUESA



Usar o Facebook requer a paciência de dar aula!
Temos de repetir a mesma informação milhares de vezes para ver se as pessoas entendem!
Mais uma vez (só para os que estão dispostos a ler e querem sair de seu estado de ignorância - os que não estão dispostos, podem continuar curtindo as postagens amenas e engraçadas!), venho a rebater as críticas políticas (nada linguísticas) sobre o termo "presidenta", feito por pessoas que de língua portuguesa, de língua em geral, nada entendem!
Como mestre em Linguística (diferentemente do Jô e da pessoa que enviou o texto imbecil para ele ler no programa - bem como das pessoas ignorantes que aplaudiram), posso fazer considerações bem mais seguras. A começar pela falsa informação de que o termo "presidenta" foi cunhado por Dilma. Ele já existe desde o século XIX, tendo registros em romances do Realismo e sendo frequente em Portugal. Bastou uma mulher assumir a Presidência da República, pela 1a. vez na história deste país, para todo o mundo opinar sobre a língua portuguesa - uns com certa autoridade para isso, outros nem tanta e outros nenhuma!
Quem votou em Dilma não vê problema em "presidenta"; quem não votou acha a palavra absurda.
Os defensores alegam que, se quem está exercendo o cargo é agora uma mulher, nada mais justo do que adaptar a designação para o gênero feminino (como se a palavra, do jeito que é, não pudesse ser usada no feminino), enfatizando, através da anexação da DG "a" esta conquista histórica das mulheres brasileiras.
Os opositores alegam que palavras terminadas em -NTE (como "estudante", "cliente", "ouvinte" etc.) são invariáveis quanto ao gênero (o que chamamos de "comuns-de-dois"), mas ignoram que:
1o) a palavra já é registrada em dicionários do século XIX;
2o) muitas palavras subvertem as regras de flexão e "presidenta" não seria a primeira a fazer isso. Existe "superiora" em "madre superiora", quando se sabe que adjetivos comparativos terminados em "or" são uniformes (ex.: "cargo superior", "função superior"); existem também "marechala" e "oficiala" para designar mulheres que desempenham tais funções (enquanto as demais palavras term. em "al" são invariáveis: "policial", "fiscal", "serviçal"...);
3o) as gramáticas, muito antes de Dilma, já davam como correta a forma "a presidenta" ao lado de "a presidente";
4o) já existem palavras terminadas em -NTE que recebem o "a" e ninguém se incomoda ("a parenta", "a governanta", "a giganta" – inclusive é o nome da arqui-inimiga da Mulher Maravilha – Qualquer criança que tenha visto a Legião do Mal duelando com os Super-Amigos lembra!).
Enfim, a polêmica é uma mera questão política, não linguística. Diferentemente da política, a língua serve AO POVO e se adapta às necessidades deste!
Quanto a mim, se eu pudesse decidir algo em se tratando da língua portuguesa, a minha língua, eu diria para não usar palavras diferentes para se referir a ambos os sexos! Se queremos equidade (que saudade do trema aqui!) de gêneros na língua, como conseguiremos isso fazendo a distinção entre feminino e masculino? Dizer "todos e todas" é o fim da picada! Em vez de expressar equidade de gêneros, traduz exatamente o contrário, a distinção entre eles!
Designar homens e mulheres com as mesmas palavras é a maneira linguisticamente ideal de mostrar que homens e mulheres têm o mesmo valor! Dizer "presidente" tanto para homens quanto para mulheres equipararia ambos os sexos!
Ninguém se importa de se referir a um menino ou a um homem agredido através de uma palavra feminina ("a criança" e "a vítima", respectivamente)!
Como não posso decidir os rumos que o português seguirá, como sou apenas um usuário do idioma, limito-me a escolher qual das opções a língua me oferece para dizer algo. Porém, como professor de Português, tenho a OBRIGAÇÃO de saber que "presidenta" não é erro nenhum!
Colegas professores de Português e estudantes de Letras que pretendem sê-lo: vão estudar o idioma materno além das páginas das gramáticas normativas antes de sair por aí pregando ideologias próprias e querendo justificá-las usando nosso português para isso. A língua não está a serviço de determinados grupos! A língua é do povo e é moldada por ele!

09/06/2014

SUPERAÇÃO 2014


Ao apoiar a autonomia da escola pública, que é estimulada a buscar soluções para entraves que afetam a qualidade do ensino ou mantêm relação com a evasão e o abandono, o ProEMI/JF* dá atenção especial a iniciativas promovidas no âmbito da própria comunidade escolar.

A ideia é que alunos, pais, professores, gestores e colaboradores intervenham na realidade de sua instituição, assumindo a responsabilidade por melhorias consideradas necessárias e pelo bom clima coletivo.
A metodologia SuperAção na Escola está inserida nesse contexto e funciona como uma competição solidária, que mobiliza a escola e pessoas da comunidade para a realização de melhorias na infraestrutura, além de sensibilizar e conscientizar os principais envolvidos do projeto para temas de interesse coletivo. O instrumento também estimula o protagonismo juvenil, na medida em que conta com a iniciativa dos estudantes, que são diretamente envolvidos no movimento de transformação de sua instituição de ensino.

A SuperAção é promovida em edições anuais, durante o triênio de atividades do ProEMI/PJF. Os temas são alternados a cada período e obedecem à seguinte sequência: Melhoramento, Meio Ambiente e, no último ano do ciclo, Esportes e Cultura.

Nessas oportunidades, são realizadas ações como a organização de mutirões para arrecadação de doações, limpeza das salas de aula, reparos em equipamentos e mobiliário, pintura de instalações, plantio de árvores e coleta de lixo. As ações podem ser pontuadas e proporcionar uma competição solidária com prêmios simbólicos, conforme o ranking, aumentando o estímulo pelas tarefas bem-sucedidas.

A soma dessas iniciativas contribui para proporcionar um ambiente mais propício ao desenvolvimento dos estudos e atraente para o jovem, aumentando seu interesse em permanecer na instituição, habilitando-se a concluir o ciclo médio, e participar da vida escolar, como propõe o ProEMI/PJF. O impacto positivo da ação se estende para professores e funcionários, melhorando o clima escolar.

O Programa Ensino Médio Inovador/Jovem de Futuro (ProEMI/JF) reflete uma parceria público privada entre o Ministério da Educação (MEC), cinco Secretarias Estaduais de Educação e o Instituto Unibanco, que permitirá, até 2016, universalizar o programa nas escolas públicas de Ensino Médio do Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará e Piauí, atendendo cerca de 2.500 unidades de ensino e mais de 2 milhões de alunos.



Fonte:
Caderno de Implantação da Metodologia Superação na Escola – Instituto Unibanco.

24/04/2014

2º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUDANTIL EEMCVT




 2º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUDANTIL EEMCVT
DIA 31 DE MAIO DE 2014 – Quadra Esportiva da ESCOLA ENSINO MÉDIO CORONEL VIRGÍLIO TÁVORA, RUA EPITÁCIO PESSOA,1498, QUIXADÁ – CE, ÁS 19:00h.

REGULAMENTO GERAL
1. Da Apresentação
1.1-2º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUDANTIL EEMCVT, promovido pela Escola de Ensino Médio Coronel Virgílio Távora de Quixadá-CE, consiste num evento cultural com a formatação de concurso musical, cuja temática é livre.
1.2-Os objetivos do 2º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUDANTIL EEMCT: despertar o interesse pela música, formação de grupos, bandas, solos Estudantis e desenvolver o potencial de compositores e intérpretes entre os alunos de ensino fundamental e médio do Sertão Central.

2. Do Local do Evento e Data de Realização
2.1-O evento será realizado em Quixadá, Ceará, na Quadra Esportiva da ESCOLA ENSINO MÉDIO CORONEL VIRGÍLIO TÁVORA,  no dia 31 de MAIO de 2014, ás 19 horas.
3. Das Inscrições
3.1-As inscrições poderão ser efetuadas de 28/04/2014 a 23/05/2014 das 07h30min às 11h00min e das 13h00min ás 17h00min, na Escola de Ensino Médio Coronel Virgílio Távora, na rua Epitácio Pessoa, 1498, Quixadá-Ce. 
3.2-Qualquer escola de ensino fundamental e/ou médio poderá se inscrever, não importando região nem tampouco se pública ou particular.
3.3-Poderão participar, com músicas relativas a qualquer estilo musical, grupos, bandas, solos com uma única composição, inédita e original, exclusiva ou em parceria. Todos os compositores e músicos devem ser da própria escola.
3.4-Será indispensável para a inscrição:
a) Seis cópias, em papel oficio, da composição, digitadas, contendo o título, letra da música, em um envelope lacrado, contendo a identificação da escola no lado de fora, bem como nas cópias.
b) A ficha de inscrição com todos os campos preenchidos de forma legível.
c) Cópia da identidade, ou outro documento com foto, de todos os integrantes das bandas ou grupos inscritos.
d) Comprovante de vínculo escolar de compositores e músicos.
e) Autorização da escola representada pelos grupos, bandas, solos inscritos.
f) Sendo Menor de idade, solicitamos uma autorização dos pais.
3.5-Cada Escola deverá fazer sua seleção interna, pois será aceita apenas a inscrição de até duas músicas por cada instituição. Caso haja mais de 20 (vinte) músicas inscritas, a Comissão Organizadora selecionará as composições que participarão do evento. O mesmo não pode exceder o número de 20 (vinte) concorrentes.
3.6-Entende-se como original a música que não foi plagiada nem parodiada em nenhum dos seus elementos constitutivos (letra, melodia, harmonia etc.).
3.7-Entende-se como inédita a música que não foi gravada ou divulgada no rádio, televisão ou espetáculos públicos.
3.8-Maiores esclarecimentos serão fornecidos diariamente das 07h30min às 11h00min  na Coordenadoria do 2º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUDANTIL EEMCVT, telefone – (88) 3445 1040 ou 88 99560240 (professor Roberto Bezerra).

4. Do Julgamento e Classificação Das Canções Selecionadas
4.1-As canções selecionadas serão apresentadas no dia do festival, seguindo uma ordem definida previamente em sorteio a ser realizado em 26/05/2014 ás 15h00min.
4.2-A ordem de apresentação das músicas será colocada junto ao MURAL de aviso da Escola de Ensino Médio Coronel Virgílio Távora, bem como no blog da escola http://cecvtcolegioestadual.blogspot.com.br/. A ordem poderá ser informada também pelos telefones divulgados no item 3.8.
4.3-O júri que avaliará as composições será composto por 05 (cinco) membros designados pela Comissão Organizadora do 2º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUDANTIL EEMCVT.
4.4-As avaliações do júri serão informadas à coordenação do 2º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUDANTIL EEMCVT, que procederá à classificação e divulgação dos resultados. Das referidas avaliações não haverá recurso.
4.5-A divulgação dos resultados e premiação será realizada pela Comissão Organizadora do 2º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUDANTIL EEMCVT no término do festival.
4.6-Serão avaliados os seguintes critérios, todos com atribuição de 0 a 10 pontos por cada um dos jurados:
a) Música;
b) Letra;
c) Interpretação;
d) Presença de palco (melhor destaque).
4.7-A nota final de cada apresentação será a média aritmética de todas as notas recebidas; a classificação será realizada na ordem decrescente das notas finais.
4.8-No dia seguinte à divulgação dos resultados será apresentado, aos que requererem as notas atribuídas por cada jurado em cada item.
4.9-Será descontado de 0,5 a 1 ponto da média final, de acordo com a avaliação de cada jurado, dos participantes que, durante a apresentação:
a) Proferirem palavras injuriosas ou de baixo valor moral;
b) Realizarem gestos ou atos obscenos;
c) Por qualquer forma, incitarem ou apoiarem práticas violentas, ilícitas ou amorais entre os presentes.
d) Suas torcidas tenham vaiado ou proferido ofensas a qualquer adversário.

5. Da Premiação
5.1-As 03 (três) músicas melhores classificadas receberão os seguintes prêmios:
1º colocado – Troféu e medalhas.
2º colocado – Troféu e medalhas.
3º colocado – Troféu e  medalhas.
Melhor intérprete – Troféu.

6. Das Disposições Finais
6.1-A Comissão Organizadora e a Comissão Julgadora terão autonomia e direitos para desclassificar os participantes que não cumprirem as orientações contidas neste regulamento.
6.2-A Comissão Organizadora é composta pelo Núcleo Gestor da EEMCVT e os professores Kamila Brito e Jonatanh James e presidida pelo professor Roberto Bezerra.
6.3-Cada escola será responsável pelos instrumentos que utilizará durante sua apresentação.
6.4-A Comissão Organizadora será responsável pelo equipamento de som utilizado na noite do evento.
6.5-2 (dois) microfones serão disponilizados. Caso a escola exceda este número em sua apresentação, deverá providenciar  o(s) outro(s) a ser(em) utilizados.
6.6-Os casos omissos serão julgados pela Comissão Organizadora do 2º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUNDANTIL EEMCVT.


Quixadá, 24 de abril de 2014

Prof. Ed Naldo Santana - Diretor da EEMCVT

16/04/2014

TRABALHANDO O PROBLEMA DAS DROGAS


ESTUDANTES DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE CATÓLICA TRABALHANDO O PROBLEMA DAS DROGAS ENTRE OS JOVENS - PROBLEMAS LEGAIS, SOCIAIS E CULTURAIS

08/04/2014

CAMPANHA DO CPF


Você é aluno de escola estadual e vai participar do Enem 2014? Já possui seu CPF? Caso ainda não tenha, lembre-se que, para a inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio, é necessário ter CPF e e-mail.
É valorizando essa mobilização que a Secretaria da Educação (Seduc), em parceria com a Secretaria da Justiça (Sejus), faz campanha em cidades do interior para a emissão do CPF dos estudantes do ensino médio que devem participar do Enem 2014.


12/03/2014

INÍCIO DO PROJETO CULTURA E IDENTIDADE AFRO-BRASILEIRA

Professores da área das Ciências Humanas discutindo os problemas de Identidade, Etnia e Valores humanos em busca da cidadania e direitos iguais para todos.

20/02/2014

ESCOLA INCLUSIVA

Recebemos, com muita alegria, a colaboração do Professor Danilo que veio conversar com nossos estudantes, de forma didática e lúdica, sobre como conviver e trabalhar com pessoas portadoras de necessidades especiais. Um momento rico para toda a comunidade escolar, pois, diante do que foi tratado, todos puderam perceber que todos merecem ser tratados com respeito, dignidade e amor, e que cada um de nós tem limitações, pequenas ou grandes, e que necessitamos de ajuda, uns com maior intensidade outros com menor.
Agradecemos ao professor pelo trabalho desenvolvido em nossa escola.

13/01/2014

MARCADA


Algumas pessoas não acreditam em maldição – eu também não acreditava –, mas como explicar o que aconteceu naquele entardecer? Desde então, vivo à espera da morte a cada instante. Todos nós sabemos que morreremos um dia. Mais cedo ou mais tarde, ninguém mais nos verá caminhando por aí, não ouvirá mais nossa voz nem perceberá qualquer sinal de nossa presença, porquanto simplesmente deixaremos de existir entre os vivos. A morte é a única certeza que temos em nossa vida. Talvez por isso mesmo a maioria prefira ignorá-la e fazer de conta que ela só chegará no momento certo, quando já estivermos cansados de viver, até então, goza-se a vida. Mas não é bem assim. Quisera eu continuar a pensar como os outros e esquecer que sou mortal, mas não consigo. A todo instante, a qualquer desequilíbrio ou incidente, penso que chegou a minha hora. Viver dessa forma é não viver. É como se a morte já houvesse chegado e entrado em minha mente, donde sairá para levar-me por inteira. Tem sido assim desde que entramos naquela casa.
Ela ainda existe. Está lá escondida no meio da mata, ninguém percebe sua existência. Nem sempre foi assim. Antes, era apenas um casebre situado à beira de uma estrada carroçável, onde vivia uma família pequena e muito pobre. Por seu terreiro, passavam, todos os dias, dezenas de pessoas, a pé, de carroça ou nos caminhões que iam para a cidade. Entretanto, com a construção da rodovia no outro lado da lagoa, a velha estrada ficou inutilizada. Ninguém mais queria passar por suas grotas que rasgavam a terra vermelha como se fossem arrastar as pessoas para o inferno. Nesse tempo, os moradores da casa foram embora e ela ficou abandonada. Depois que o velho sulino comprou aquelas terras e mandou cercá-la, a estrada então perdeu o contato com o resto do mundo. O mato cresceu, os arbustos tornaram-se árvores, escondendo da vista de todos qualquer sinal do casebre. Dizem que foi nessa época que a velha Salomé mudou-se para lá.
Era uma velha muito magra, corcunda e com poucos dentes, todos podres. Muito arredia, só aparecia no vilarejo uma vez por mês para fazer algumas compras, as quais pagava com ervas medicinais e rezas – dizia que tirava mau-olhado, quebranto e curava das doenças comuns. Quando punha os pés no vilarejo, as crianças corriam todas para dentro de casa, pois os pais – na verdade, as mães – diziam-lhes que ela pegava criancinhas.
Cresci com medo da velha Salomé. Quando me disseram que ela fora embora, pude viver aliviada a minha infância, mas nunca deixei de me sentir atraída pela velha casa abandonada no meio do mato. Meu maior desejo era, um dia, pular a cerca do velho sulino e entrar naquele casebre. Foi o que propus a minhas primas quando eu tinha quinze anos.
Éramos três adolescentes cheias de vida. Celina, minha prima e melhor amiga, era muito branca e gorda. Tinha o rosto cheio de sardas e sorria o tempo todo. Já Caterina, sua irmã, era menos simpática, resmungona, porém mais corajosa. Numa tarde de domingo, haveria a missa do padroeiro do vilarejo. Todos estariam na igreja, menos nós três, que resolvemos fugir para saciar nossa curiosidade.
Quando o sino deu as últimas badaladas, fui à casa das meninas – meus tios já haviam ido à igreja e elas lhes prometeram que iriam logo em seguida –, de lá, pela porta dos fundos, saímos em direção à mata. Eram umas quatro e meia. O sol brilhava radiante, nem vimos as nuvens escuras que surgiam no nascente. Passamos ágeis pelo pasto cheio de desmanto, que grudavam nas nossas saias e arranhavam nossas pernas. Apesar disso, ríamos à toa, tomadas pelo prazer que nos infligem as coisas proibidas. Só Caterina reclamava, mas menos do que eu imaginava que faria.
Chegamos à cerca que isolava a estrada e vimos, pela primeira vez, aspectos da casa. Lá estava ela com suas paredes brancas por trás dos galhos retorcidos das juremas. Sorri ao perceber que ela ainda existia. Fui a primeira a pular acerca. Minha saia quase se rasgou numa estaca, mas pus ilesa os pés do outro lado. Caterina ajudou Celina a transpor o obstáculo – pensei que a cerca fosse abaixo com o peso, mas deu tudo certo. A saia de Caterina, porém, não teve a mesma sorte que as nossas. Ao ouvirmos o barulho seco do tecido rasgando-se no topo da estaca, eu e Celina franzimos a testa e esperamos o choro da outra, mas, para nossa surpresa, ela apenas torceu os lábios vermelhos, dizendo que a saia estava mesmo velha.
Caminhar entre as juremas era difícil, precisávamos nos curvar e nos esquivar dos galhos espinhosos. À medida que caminhávamos em direção ao casebre, meu coração batia mais forte. A morada isolada da Salomé, a velha que marcou minha infância com sua aparência de bruxa e sua voz estridente, finalmente estava a poucos metros de mim. Havia anos que ninguém pisava ali. Como estaria a casa? Haveria ainda coisas de Salomé? Como seria por dentro? Quantos cômodos? Haveria móveis? Um grande mistério de minha infância estava prestes a ser revelado e isso me punha muito ansiosa.
Eu ia na frente e minhas primas atrás. Celina não parava de dizer gracinhas, supor coisas, tais como a presença da velha na casa ou a do velho sulino, que era o dono das terras; eu, porém, tinha certeza de que tudo estava deserto. A velha Salomé não vivia ali fazia muito tempo e o velho do sul estava na missa, como todos os outros. Caterina, silenciosa, adiantou-se e pôs-se ao meu lado. Juntas, erguemo-nos diante do casebre, que agora parecia assustador.
À frente, havia uma cerca baixa, com muitas falhas, que, no passado, delimitava um pequeno jardim, do qual só restava um pé de romã. O chão estava coberto de folhas secas e matos. O silêncio era sepulcral. Caterina parecia mais curiosa do que eu. Enquanto eu observava as rachaduras nas paredes e um alpendre baixo no oitão, ela caminhou para a frente da casa e nos chamou sussurrando. Não havia motivos para sussurros, pois não incomodaríamos ninguém ali. Fui ver o que lhe chamou a atenção e me arrepiei toda ao ver uma cruz preta, feita de tisna, na tábua da porta. Sob a cruz, uma inscrição em latim que, na época, eu não fazia ideia do que era: MANE LONGINQVE. Hoje, sei muito tarde o que significa. Era uma advertência: Fique longe! Poderia ser que a velha Salomé houvesse escrito aquilo para protegê-la de alguma doença. A lepra fora uma ameaça constante ao povo de nossa vila. 
Na frente da casa, havia, além da porta, uma janelinha tosca, em cuja tábua também havia uma cruz de tisna. Porta e janela estavam bem fechadas, de modo que, por ali, não haveria a menor possibilidade de entrarmos. Resolvemos caminhar pelo outro oitão, no qual havia duas janelinhas, ambas fechadas e com uma cruz preta desenhada.
A mata de juremas e outros arbustos espinhosos nos observava inerte. Notáramos que o sol se escondera por trás de uma nuvem espessa e que a escuridão desceu sobre o lugar, mas não demos importância, nossa curiosidade era maior.
Ao chegarmos aos fundos da casa, onde havia duas colunas de carnaúba sustentando um telhado abaulado, notamos que a porta estava semiaberta.
- Tem coragem? – perguntou-me Caterina, olhando com os olhos cheios de curiosidade.
Não disse nada, apenas dei um passo à frente. Celina ficou bem atrás de mim, segurando de forma irritante o meu braço. Quando Caterina tocou na porta, empurrando-a para trás, um gato preto correu por entre suas pernas fazendo-nos todas dar um grito pavoroso.
O gato correu para a mata, parou e ficou nos observando com espanto.
Minhas pernas estavam trêmulas. Celina pediu para irmos embora, mas Caterina argumentou que, já que estávamos ali, que fôssemos até o fim. O silêncio se fez novamente. Abrimos a porta e entramos na casa, deixando a pouca luz entrar na cozinha escura e suja.
– Vamos embora! – disse Celina, dando um espirro – Está escurecendo e eu estou com medo.
– Já vamos! – disse a outra – Tenha calma.
A casa estava muito suja, com muita poeira, cacos de telha e teias de aranha, mas ainda tinha alguns móveis: uma mesa torta sobre a qual descansavam algumas panelas gastas, uma quartinha, xícaras e copos de alumínio. Numa das paredes, um caco de torrar café e uma colher de pau. Num canto, um fogão a lenha. Lagartixas deslizaram céleres pelas paredes e pelo chão cheio de saliências, enchendo-nos de pavor.
Saía-se da cozinha por uma porta que dava para um corredor estreito e ainda mais escuro. No corredor, havia uma porta para um quarto. Não resistimos à curiosidade, apesar do cheiro forte de casa velha e de poeira, que começava a ficar insuportável. Então entramos no quarto, mas não víamos nada, a não ser um fio de luz que vinha de fora e passava por entre as tábuas da janela.
Com a mão cobrindo o nariz, Caterina caminhou até a janela e a abriu. A luz vespertina nos revelou uma rede armada num canto do quarto, com as abas cobrindo o corpo só de pele e osso da velha Salomé, cujo crânio, com seus dentes podres, parecia nos sorrir. Do couro enrugado sobre os ossos pendiam os cabelos brancos e grossos.
Não aguentando a visão do cadáver, Celina fez o que simplesmente não poderia fazer ali: desmaiou como um saco de batatas sobre o chão de poeira. Foi no mesmo instante em que morcegos – não sei quantos – voaram circularmente sobre nós, fazendo Caterina dar um grito, perder o equilíbrio e tocar na velha rede que só esperava um movimento leve para rasgar-se, porquanto estava apodrecida pela decomposição do corpo. Este, caindo pelo rasgão do tecido, espatifou-se no chão, liberando vermes e um fedor insuportável.
Um raio iluminou toda a mata, parecia que havia caído ali perto. Não demorou muito para que um trovão ensurdecedor nos fizesse tremer e nos encolher sobre Celina desmaiada.
Uma chuva grossa e repentina caiu sobre a mata, agravando nossa situação. A noite chegou mais cedo. Estávamos completamente apavoradas e arrependidas da aventura, mas era demasiadamente tarde.
Celina despertou e deu novos gritos. Tentamos, debalde, acalmá-la. Ela, meio trôpega, levantou-se e saiu correndo. Não havia quem a segurasse. Eu e Caterina tentamos alcançá-la, mas minha prima, que corria um pouco atrás de mim, gritou caindo sobre o mato. Uma cobra a havia picado.
– Caterina! – gritei ao vê-la contorcer-se agarrada ao tornozelo.
– Corre! Pede ajuda!
Mal Caterina fechou a boca, um novo grito cortou a chuva. Era Celina, que, na pressa por pular a cerca, estrepou-se mortalmente. Na queda, seu pescoço chocou-se contra uma estaca pontiaguda que lhe atravessou a garganta. Sem saber a gravidade do ferimento, corri para socorrê-la, mas só pude gritar ao ver o sangue escuro e abundante misturar-se com a água da chuva e tingir todo o amarelo do vestido.
Corri novamente para socorrer a outra prima. Não sei que espécie de cobra a havia picado, mas deveria ser de um veneno poderoso, pois Caterina tremia-se toda, tendo convulsões. Sua boca, por onde escorria uma espuma grossa, tentava dizer-me para correr, mas não conseguia.
Olhei novamente para a maldita casa. Nesse instante, um relâmpago a iluminou e pude ver a velha Salomé de pé, sorrindo com seus dentes cariados, a um metro de mim. No relâmpago seguinte, já não a vi mais.
Desesperada, caí sobre o corpo de minha querida prima, chorei e gritei com o peso da culpa e do arrependimento, enquanto a chuva só fazia engrossar sobre mim e a escuridão me envolvia por fora e por dentro. Quando parei de ouvir o bater do coração de Caterina, decidi voltar para o vilarejo e pedir ajuda.
Ninguém consegue imaginar o horror que foi deixar minhas primas ali, sob aquela chuva, pular cerca e atravessar o pasto cheio de carrapichos, sem enxergar um palmo diante do nariz. Cheguei ao vilarejo quando a missa estava acabando e gritei para que todos ouvissem o que tinha acontecido. Com lanternas e muito barulho, uma multidão correu para o local das mortes, tendo-me como guia e como uma garota louca que perdeu a missa para encontrar a morte. Meus tios me amaldiçoaram e meus pais quase me mataram com sermões ao longo do trajeto de volta à velha casa.
Hoje vivo enclausurada em meu quarto quase que por vontade própria. Ninguém me faz visitas. Não tenho mais amigas. Depois que descobri o significado daquela frase em latim, sinto-me perseguida pela morte. Aquela velha, não sei por quê, escolheu morrer sem o conhecimento de ninguém e não queria que ninguém a importunasse, mesmo após sua morte. Eu e minhas primas, levadas pela curiosidade, invadimos aquele casebre que, na verdade, era o jazigo da velha, o qual não deveria ser importunado. A morte foi ágil e pegou logo minhas queridas primas, deixando-me para depois, ou, quem sabe, dando-me o pior dos castigos.  

Jards Nobre, professor, escritor, membro da Academia Quixadaense de Letras.