16/04/2014

TRABALHANDO O PROBLEMA DAS DROGAS


ESTUDANTES DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE CATÓLICA TRABALHANDO O PROBLEMA DAS DROGAS ENTRE OS JOVENS - PROBLEMAS LEGAIS, SOCIAIS E CULTURAIS

08/04/2014

CAMPANHA DO CPF


Você é aluno de escola estadual e vai participar do Enem 2014? Já possui seu CPF? Caso ainda não tenha, lembre-se que, para a inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio, é necessário ter CPF e e-mail.
É valorizando essa mobilização que a Secretaria da Educação (Seduc), em parceria com a Secretaria da Justiça (Sejus), faz campanha em cidades do interior para a emissão do CPF dos estudantes do ensino médio que devem participar do Enem 2014.


12/03/2014

INÍCIO DO PROJETO CULTURA E IDENTIDADE AFRO-BRASILEIRA

Professores da área das Ciências Humanas discutindo os problemas de Identidade, Etnia e Valores humanos em busca da cidadania e direitos iguais para todos.

20/02/2014

ESCOLA INCLUSIVA

Recebemos, com muita alegria, a colaboração do Professor Danilo que veio conversar com nossos estudantes, de forma didática e lúdica, sobre como conviver e trabalhar com pessoas portadoras de necessidades especiais. Um momento rico para toda a comunidade escolar, pois, diante do que foi tratado, todos puderam perceber que todos merecem ser tratados com respeito, dignidade e amor, e que cada um de nós tem limitações, pequenas ou grandes, e que necessitamos de ajuda, uns com maior intensidade outros com menor.
Agradecemos ao professor pelo trabalho desenvolvido em nossa escola.

13/01/2014

MARCADA


Algumas pessoas não acreditam em maldição – eu também não acreditava –, mas como explicar o que aconteceu naquele entardecer? Desde então, vivo à espera da morte a cada instante. Todos nós sabemos que morreremos um dia. Mais cedo ou mais tarde, ninguém mais nos verá caminhando por aí, não ouvirá mais nossa voz nem perceberá qualquer sinal de nossa presença, porquanto simplesmente deixaremos de existir entre os vivos. A morte é a única certeza que temos em nossa vida. Talvez por isso mesmo a maioria prefira ignorá-la e fazer de conta que ela só chegará no momento certo, quando já estivermos cansados de viver, até então, goza-se a vida. Mas não é bem assim. Quisera eu continuar a pensar como os outros e esquecer que sou mortal, mas não consigo. A todo instante, a qualquer desequilíbrio ou incidente, penso que chegou a minha hora. Viver dessa forma é não viver. É como se a morte já houvesse chegado e entrado em minha mente, donde sairá para levar-me por inteira. Tem sido assim desde que entramos naquela casa.
Ela ainda existe. Está lá escondida no meio da mata, ninguém percebe sua existência. Nem sempre foi assim. Antes, era apenas um casebre situado à beira de uma estrada carroçável, onde vivia uma família pequena e muito pobre. Por seu terreiro, passavam, todos os dias, dezenas de pessoas, a pé, de carroça ou nos caminhões que iam para a cidade. Entretanto, com a construção da rodovia no outro lado da lagoa, a velha estrada ficou inutilizada. Ninguém mais queria passar por suas grotas que rasgavam a terra vermelha como se fossem arrastar as pessoas para o inferno. Nesse tempo, os moradores da casa foram embora e ela ficou abandonada. Depois que o velho sulino comprou aquelas terras e mandou cercá-la, a estrada então perdeu o contato com o resto do mundo. O mato cresceu, os arbustos tornaram-se árvores, escondendo da vista de todos qualquer sinal do casebre. Dizem que foi nessa época que a velha Salomé mudou-se para lá.
Era uma velha muito magra, corcunda e com poucos dentes, todos podres. Muito arredia, só aparecia no vilarejo uma vez por mês para fazer algumas compras, as quais pagava com ervas medicinais e rezas – dizia que tirava mau-olhado, quebranto e curava das doenças comuns. Quando punha os pés no vilarejo, as crianças corriam todas para dentro de casa, pois os pais – na verdade, as mães – diziam-lhes que ela pegava criancinhas.
Cresci com medo da velha Salomé. Quando me disseram que ela fora embora, pude viver aliviada a minha infância, mas nunca deixei de me sentir atraída pela velha casa abandonada no meio do mato. Meu maior desejo era, um dia, pular a cerca do velho sulino e entrar naquele casebre. Foi o que propus a minhas primas quando eu tinha quinze anos.
Éramos três adolescentes cheias de vida. Celina, minha prima e melhor amiga, era muito branca e gorda. Tinha o rosto cheio de sardas e sorria o tempo todo. Já Caterina, sua irmã, era menos simpática, resmungona, porém mais corajosa. Numa tarde de domingo, haveria a missa do padroeiro do vilarejo. Todos estariam na igreja, menos nós três, que resolvemos fugir para saciar nossa curiosidade.
Quando o sino deu as últimas badaladas, fui à casa das meninas – meus tios já haviam ido à igreja e elas lhes prometeram que iriam logo em seguida –, de lá, pela porta dos fundos, saímos em direção à mata. Eram umas quatro e meia. O sol brilhava radiante, nem vimos as nuvens escuras que surgiam no nascente. Passamos ágeis pelo pasto cheio de desmanto, que grudavam nas nossas saias e arranhavam nossas pernas. Apesar disso, ríamos à toa, tomadas pelo prazer que nos infligem as coisas proibidas. Só Caterina reclamava, mas menos do que eu imaginava que faria.
Chegamos à cerca que isolava a estrada e vimos, pela primeira vez, aspectos da casa. Lá estava ela com suas paredes brancas por trás dos galhos retorcidos das juremas. Sorri ao perceber que ela ainda existia. Fui a primeira a pular acerca. Minha saia quase se rasgou numa estaca, mas pus ilesa os pés do outro lado. Caterina ajudou Celina a transpor o obstáculo – pensei que a cerca fosse abaixo com o peso, mas deu tudo certo. A saia de Caterina, porém, não teve a mesma sorte que as nossas. Ao ouvirmos o barulho seco do tecido rasgando-se no topo da estaca, eu e Celina franzimos a testa e esperamos o choro da outra, mas, para nossa surpresa, ela apenas torceu os lábios vermelhos, dizendo que a saia estava mesmo velha.
Caminhar entre as juremas era difícil, precisávamos nos curvar e nos esquivar dos galhos espinhosos. À medida que caminhávamos em direção ao casebre, meu coração batia mais forte. A morada isolada da Salomé, a velha que marcou minha infância com sua aparência de bruxa e sua voz estridente, finalmente estava a poucos metros de mim. Havia anos que ninguém pisava ali. Como estaria a casa? Haveria ainda coisas de Salomé? Como seria por dentro? Quantos cômodos? Haveria móveis? Um grande mistério de minha infância estava prestes a ser revelado e isso me punha muito ansiosa.
Eu ia na frente e minhas primas atrás. Celina não parava de dizer gracinhas, supor coisas, tais como a presença da velha na casa ou a do velho sulino, que era o dono das terras; eu, porém, tinha certeza de que tudo estava deserto. A velha Salomé não vivia ali fazia muito tempo e o velho do sul estava na missa, como todos os outros. Caterina, silenciosa, adiantou-se e pôs-se ao meu lado. Juntas, erguemo-nos diante do casebre, que agora parecia assustador.
À frente, havia uma cerca baixa, com muitas falhas, que, no passado, delimitava um pequeno jardim, do qual só restava um pé de romã. O chão estava coberto de folhas secas e matos. O silêncio era sepulcral. Caterina parecia mais curiosa do que eu. Enquanto eu observava as rachaduras nas paredes e um alpendre baixo no oitão, ela caminhou para a frente da casa e nos chamou sussurrando. Não havia motivos para sussurros, pois não incomodaríamos ninguém ali. Fui ver o que lhe chamou a atenção e me arrepiei toda ao ver uma cruz preta, feita de tisna, na tábua da porta. Sob a cruz, uma inscrição em latim que, na época, eu não fazia ideia do que era: MANE LONGINQVE. Hoje, sei muito tarde o que significa. Era uma advertência: Fique longe! Poderia ser que a velha Salomé houvesse escrito aquilo para protegê-la de alguma doença. A lepra fora uma ameaça constante ao povo de nossa vila. 
Na frente da casa, havia, além da porta, uma janelinha tosca, em cuja tábua também havia uma cruz de tisna. Porta e janela estavam bem fechadas, de modo que, por ali, não haveria a menor possibilidade de entrarmos. Resolvemos caminhar pelo outro oitão, no qual havia duas janelinhas, ambas fechadas e com uma cruz preta desenhada.
A mata de juremas e outros arbustos espinhosos nos observava inerte. Notáramos que o sol se escondera por trás de uma nuvem espessa e que a escuridão desceu sobre o lugar, mas não demos importância, nossa curiosidade era maior.
Ao chegarmos aos fundos da casa, onde havia duas colunas de carnaúba sustentando um telhado abaulado, notamos que a porta estava semiaberta.
- Tem coragem? – perguntou-me Caterina, olhando com os olhos cheios de curiosidade.
Não disse nada, apenas dei um passo à frente. Celina ficou bem atrás de mim, segurando de forma irritante o meu braço. Quando Caterina tocou na porta, empurrando-a para trás, um gato preto correu por entre suas pernas fazendo-nos todas dar um grito pavoroso.
O gato correu para a mata, parou e ficou nos observando com espanto.
Minhas pernas estavam trêmulas. Celina pediu para irmos embora, mas Caterina argumentou que, já que estávamos ali, que fôssemos até o fim. O silêncio se fez novamente. Abrimos a porta e entramos na casa, deixando a pouca luz entrar na cozinha escura e suja.
– Vamos embora! – disse Celina, dando um espirro – Está escurecendo e eu estou com medo.
– Já vamos! – disse a outra – Tenha calma.
A casa estava muito suja, com muita poeira, cacos de telha e teias de aranha, mas ainda tinha alguns móveis: uma mesa torta sobre a qual descansavam algumas panelas gastas, uma quartinha, xícaras e copos de alumínio. Numa das paredes, um caco de torrar café e uma colher de pau. Num canto, um fogão a lenha. Lagartixas deslizaram céleres pelas paredes e pelo chão cheio de saliências, enchendo-nos de pavor.
Saía-se da cozinha por uma porta que dava para um corredor estreito e ainda mais escuro. No corredor, havia uma porta para um quarto. Não resistimos à curiosidade, apesar do cheiro forte de casa velha e de poeira, que começava a ficar insuportável. Então entramos no quarto, mas não víamos nada, a não ser um fio de luz que vinha de fora e passava por entre as tábuas da janela.
Com a mão cobrindo o nariz, Caterina caminhou até a janela e a abriu. A luz vespertina nos revelou uma rede armada num canto do quarto, com as abas cobrindo o corpo só de pele e osso da velha Salomé, cujo crânio, com seus dentes podres, parecia nos sorrir. Do couro enrugado sobre os ossos pendiam os cabelos brancos e grossos.
Não aguentando a visão do cadáver, Celina fez o que simplesmente não poderia fazer ali: desmaiou como um saco de batatas sobre o chão de poeira. Foi no mesmo instante em que morcegos – não sei quantos – voaram circularmente sobre nós, fazendo Caterina dar um grito, perder o equilíbrio e tocar na velha rede que só esperava um movimento leve para rasgar-se, porquanto estava apodrecida pela decomposição do corpo. Este, caindo pelo rasgão do tecido, espatifou-se no chão, liberando vermes e um fedor insuportável.
Um raio iluminou toda a mata, parecia que havia caído ali perto. Não demorou muito para que um trovão ensurdecedor nos fizesse tremer e nos encolher sobre Celina desmaiada.
Uma chuva grossa e repentina caiu sobre a mata, agravando nossa situação. A noite chegou mais cedo. Estávamos completamente apavoradas e arrependidas da aventura, mas era demasiadamente tarde.
Celina despertou e deu novos gritos. Tentamos, debalde, acalmá-la. Ela, meio trôpega, levantou-se e saiu correndo. Não havia quem a segurasse. Eu e Caterina tentamos alcançá-la, mas minha prima, que corria um pouco atrás de mim, gritou caindo sobre o mato. Uma cobra a havia picado.
– Caterina! – gritei ao vê-la contorcer-se agarrada ao tornozelo.
– Corre! Pede ajuda!
Mal Caterina fechou a boca, um novo grito cortou a chuva. Era Celina, que, na pressa por pular a cerca, estrepou-se mortalmente. Na queda, seu pescoço chocou-se contra uma estaca pontiaguda que lhe atravessou a garganta. Sem saber a gravidade do ferimento, corri para socorrê-la, mas só pude gritar ao ver o sangue escuro e abundante misturar-se com a água da chuva e tingir todo o amarelo do vestido.
Corri novamente para socorrer a outra prima. Não sei que espécie de cobra a havia picado, mas deveria ser de um veneno poderoso, pois Caterina tremia-se toda, tendo convulsões. Sua boca, por onde escorria uma espuma grossa, tentava dizer-me para correr, mas não conseguia.
Olhei novamente para a maldita casa. Nesse instante, um relâmpago a iluminou e pude ver a velha Salomé de pé, sorrindo com seus dentes cariados, a um metro de mim. No relâmpago seguinte, já não a vi mais.
Desesperada, caí sobre o corpo de minha querida prima, chorei e gritei com o peso da culpa e do arrependimento, enquanto a chuva só fazia engrossar sobre mim e a escuridão me envolvia por fora e por dentro. Quando parei de ouvir o bater do coração de Caterina, decidi voltar para o vilarejo e pedir ajuda.
Ninguém consegue imaginar o horror que foi deixar minhas primas ali, sob aquela chuva, pular cerca e atravessar o pasto cheio de carrapichos, sem enxergar um palmo diante do nariz. Cheguei ao vilarejo quando a missa estava acabando e gritei para que todos ouvissem o que tinha acontecido. Com lanternas e muito barulho, uma multidão correu para o local das mortes, tendo-me como guia e como uma garota louca que perdeu a missa para encontrar a morte. Meus tios me amaldiçoaram e meus pais quase me mataram com sermões ao longo do trajeto de volta à velha casa.
Hoje vivo enclausurada em meu quarto quase que por vontade própria. Ninguém me faz visitas. Não tenho mais amigas. Depois que descobri o significado daquela frase em latim, sinto-me perseguida pela morte. Aquela velha, não sei por quê, escolheu morrer sem o conhecimento de ninguém e não queria que ninguém a importunasse, mesmo após sua morte. Eu e minhas primas, levadas pela curiosidade, invadimos aquele casebre que, na verdade, era o jazigo da velha, o qual não deveria ser importunado. A morte foi ágil e pegou logo minhas queridas primas, deixando-me para depois, ou, quem sabe, dando-me o pior dos castigos.  

Jards Nobre, professor, escritor, membro da Academia Quixadaense de Letras.

INCLUSÃO


20/11/2013

Dia Nacional da Consciência Negra

No dia 20 de novembro comemora-se o Dia Nacional da Consciência Negra, em homenagem à morte de Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.
O quilombo era uma localidade situada na Serra da Barriga, onde escravos se refugiavam. Com o passar dos anos, chegou a atingir uma população de vinte mil habitantes, em razão do aumento das fugas dos escravos.
Os escravos serviam para fazer os trabalhos pesados que o homem branco não realizava, eles não tinham condições dignas de vida, eram maltratados, apanhavam, ficavam amarrados dia e noite em troncos, eram castigados, ficavam sem água e sem comida, suas casas eram as senzalas, onde dormiam no chão de terra batida.
Muitas pessoas eram contra essa forma de tratar os negros e várias tentativas aconteceram ao longo da história para defender seus direitos. Em 1871 a Lei do Ventre Livre libertou os filhos de escravos que ainda iriam nascer; em 1885 a Lei dos Sexagenários deu direito à liberdade aos escravos com mais de sessenta anos.
Mas Princesa Isabel foi a responsável pela libertação dos escravos, quando assinou a Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, dando-os direito de ir embora das fazendas em que trabalhavam ou de continuar morando com seus patrões, como empregados e não mais como escravos.
O dia da consciência negra é uma forma de lembrar o sofrimento dos negros ao longo da história, desde a época da colonização do Brasil, tentando garantir seus direitos sociais.
Hoje temos várias leis que defendem esses direitos, como a de cotas nas universidades, pois acredita-se que, em razão dos negros terem sido marginalizados após o período de escravidão, não conseguiram conquistar os mesmos espaços de trabalho que o homem branco.
Na época da escravidão os negros não tinham direito ao estudo ou a aprender outros tipos de trabalho que não fossem os braçais, ficando presos a esse tipo de tarefa.
Muitos deles, estando libertos, continuaram na mesma vida por não terem condições de se sustentar.
O dia da consciência negra é marcado pela luta contra o preconceito racial, contra a inferioridade da classe perante a sociedade. Além desses assuntos, enfatizam sobre o respeito enquanto pessoas humanas, além de discutir e trabalhar para conscientizar as pessoas da importância da raça negra e de sua cultura na formação do povo brasileiro e da cultura do nosso país.


Por Jussara de Barros


http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-nacional-da-consciencia-negra.htm

21/10/2013

SOBRE PÁSSAROS SEM CANÇÃO DE JARDS NOBRE

Antes de parabenizá-lo, gostariamos de agradecer a oportunidade impar de compartilhar a leitura de sua obra mais recente publicada. Aqui, neste romance, encontramos um jovem autor cearense que demonstra maturidade no que se dispões a escrever, pisando forte e firme em temas que, muitas vezes, são constantes em nossa conjuntura e relegados a segundo plano por uma falsa moral que os padrões sociais impõem.
            A narrativa hipnotiza o leitor em todos os aspectos, fazendo com que os fatos ali expostos tornem-se constantes na memória, e porque não dizer, na consciência do leitor que é incapaz de largar a leitura, consumindo-se de curiosidade, deleite e satisfação.
            Uma obra madura, bem articulada, e para nós, moradores do Sertão Central, muito próxima de cada um que se atreve a compartilhar a narrativa, sugerindo em seu inconsciente outras saídas e outras tramas para este texto, que superou as maiores expectativas para aqueles que conhecem Jards Nobre, e o acompanham em sua trajetória profissional e literária.
            Aguardamos, ansiosos, o próximo lançamento, e que, como já sabemos, bem poderia ser o seu romance: PAPAIZINHO, que tanto pedimos para ler em manuscrito.
            Parabéns e obrigado pelo presente literário dado ao povo do Ceará, e em ênfase a nós quixadaenses. 
 
 
Davi Moura Nobre
Professor

15/10/2013

DIA DO PROFESSOR

Neste 15 de Outubro, Dia do Professor, gostaria de saudar todos os meus colegas de profissão, ESPECIALMENTE àqueles que não são professores por uma questão de disponibilidade ou falta de opção, mas porque fizeram uma escolha consciente pautada no desejo de contribuir com a construção de uma sociedade melhor (talvez isso corresponda ao que chamam de "vocação", ou seja, "o chamado" do qual não se pode fugir).   
Um(a) professor(a) é um ser humano como outro qualquer, porém deve enxergar o mundo não como qualquer pessoa. Deve ser mais paciente, mais aberto, mais tolerante, menos preconceituoso... Do contrário, não conseguirá trabalhar em meio à heterogeneidade de uma turma de alunos (e ele tem várias turmas!).
Cada sala de aula é uma pequena amostra da sociedade, com representantes de diversos tipos humanos: negros, brancos, belos, feios, gordos, magros, extrovertidos, tímidos, afeminados, machões, recatados, religiosos, ateus, inteligentes, lentos, depressivos... 
Deve ser muito triste para um(a) professor(a) cheio de preconceitos (de qualquer espécie) ter de dar aulas para um aluno que tenha alguma característica que ele(a) abomine. Assim como deve ser muito triste para esse aluno perceber essa rejeição por parte do(a) professor(a) - Por mais que ele disfarce, nos gestos mínimos ela aparece! 
Então parabéns para aqueles profissionais da educação que veem o seu trabalho muito mais do que uma forma de ganhar dinheiro, que o veem como uma oportunidade dada pelo Criador de, nesta vida, aprender a tratar os semelhantes de maneira igual conquanto sejam todos diferentes!
 
Sobre o Autor:
Jards Nobre, Professor, Escritor e Membro da Academia Quixadaense de Letras.

06/10/2013

PÁSSAROS SEM CANÇÃO

"Acabo de lançar um romance audacioso, pois sei que ainda vivo numa sociedade conservadora, com um discurso hipócrita de que está 'moderninha'. "Pássaros sem canção", em breve, será daqueles livros que certas pessoas negarão que leram, ou negarão que gostaram por medo de rótulos. Sei dos riscos que corro, dos alcunhas que poderei receber em decorrência da falta de discernimento entre autor e narrador, da acusação de exercer péssima influência sobre a juventude, do prejuízo que poderei ter por não cobrir com as vendas do livro as despesas da impressão (que foram todas com recursos próprios); entretanto, como cantou Frank Sinatra, "Regrets, I've had a few, but then again, too few to mention"... Na verdade, talvez se aplique melhor o verso de Edith Piaf: "Je ne regret rien!" (Jards Nobre)

19/09/2013

GRÊMIO ESTUDANTIL EEMCVT 2013




                No processo de uma educação democrática, temos como ponto de representação dos estudantes o Grêmio Estudantil. Hoje, 19 de setembro de 2013, realizamos o debate das chapas que concorrerão para assumir este cargo. Foi um momento das chapas exporem suas propostas e seus desejos para o crescimento da comunidade estudantil de nossa Instituição educacional.

17/09/2013

AULÃO DE FÍSICA PARA O ENEM 2013



Aulão de física para o enem 2013 from davimouranobre

MATERIAL DIDÁTICO DO PROFESSOR FRANCISCO ADALCÉLIO 


AULÃO PARA O ENEM - QUÍMICA, FÍSICA, BIOLOGIA E MATEMÁTICA

Realizamos, no dia 14 de setembro de 2013, mais uma ação de despertar nossos estudantes para a realização do ENEM 2013. Neste momento, foi ministrado o aulão de química, física, biologia e matemática. Estamos acompanhando e favorecendo o crescimento de nossos estudantes.


08/09/2013

7 DE SETEMBRO DE 2013

Parabenizamos toda a Comunidade Educativa da Escola de Ensino Médio Coronel Virgílio Távora (Quixadá - Ceará) pelo empenho e desempenho do desfile cívico de 7 de setembro. Neste espaço pudemos mostrar à comunidade quixadaense todos os projetos desenvolvidos por esta entidade educativa, procurando promover a formação integral do homem, preparando-o para a vida.

05/09/2013

GREEKIE GAMES - O DESAFIO DO ENEM

O “Geekie Games - O desafio do Enem”, além de testar os conhecimentos no simulado, a plataforma engloba vídeos e textos.

Leia mais: http://bit.ly/14tPDVb

22/08/2013

SEMANA VOZ DO ESTUDANTE

Possibilitar aos alunos da rede estadual organizar espaços de debate e reflexão sobre o ensino público. É com este objetivo que a Secretaria da Educação (Seduc), por meio das Coordenadorias Regionais de Desenvolvimento da Educação (Crede) e Superintendência das Escolas Estaduais de Fortaleza (Sefor), promove a Semana Voz do Estudante, que ocorre do dia 19 ao dia 23 de agosto. A iniciativa faz parte das ações planejadas pela Seduc para comemoração do mês “Ao GOSTO do Aluno”.

Durante toda a semana são realizados encontros entre grêmios escolares, organizados e mediados pelos próprios estudantes, para debate sobre a oferta de ensino público no Ceará. De acordo com o coordenador de Aperfeiçoamento Pedagógico da Seduc, Rogers Vasconcelos, todas as questões evidenciadas pelos alunos serão ouvidas, para que possam ser originadas políticas públicas que atendam às necessidades destacadas.

Além disso, Rogers Vasconcelos salienta a importância do incentivo ao protagonismo estudantil. “A Seduc defende o protagonismo como a principal premissa da ação educativa. Sem o desenvolvimento do protagonismo dos jovens, as ações propostas para melhoria da educação, principalmente do ensino médio, são superficiais e, portanto, pouco efetivas”, pontua o coordenador.

Para encerrar a Semana Voz do Estudante, será realizada, no dia 22 de agosto, a oficina Cultura da Paz, promovida pela equipe do programa Geração da Paz, uma iniciativa da Seduc que busca disseminar a cultura de paz em escolas da rede estadual por meio de ações pedagógicas. 


http://www.seduc.ce.gov.br/index.php/comunicacao/noticias/192-noticias-2013/6895-semana-voz-do-estudante-proporciona-acoes-de-protagonismo-estudantil

20/08/2013

2º Simulado OnLine Geekie Seduc Enem 2013


No período de 24 de agosto a 8 de setembro, os alunos do 2º e 3º anos do Ensino Médio da rede estadual participaram do 2º Simulado OnLine Geekie Seduc Enem 2013.
 
A iniciativa é resultado de uma parceria entre Secretaria da Educação (Seduc) e Geekie, empresa de tecnologia aplicada à educação. A ação faz parte do projeto “Enem Chego Junto, Chego Bem” e consiste na resolução de dois cadernos com 72 questões cada, totalizando, ao final, 144 questões elaboradas de acordo com o padrão do Enem. 

Os cadernos, respectivamente, são:
Caderno 1: Ciências Humanas e Ciências da Natureza
Caderno 2: Linguagens e Códigos (Inglês ou Espanhol) e Matemática.
Fonte: SEDUC CE

09/08/2013

PEDIDO DE ISENÇÃO DO VESTIBULAR DA UECE - 2014.1




3. DAS CATEGORIAS DE ISENÇÃO
3.1. Poderão ser contemplados com isenção do pagamento da taxa de inscrição para o Vestibular 2014.1, os candidatos interessados em ingressar nos cursos de graduação regular da UECE e que estejam enquadrados em uma das seguintes Categorias:
3.1.1. Categoria A: Professor ou funcionário da FUNECE e professor ou funcionário cedido à FUNECE.
3.1.2. Categoria B: Filho ou dependente legal (por decisão judicial) de professor ou de funcionário da FUNECE e filho ou dependente legal (por decisão judicial) de professor ou de funcionário cedido à FUNECE.
3.1.3. Categoria C: Doador de sangue no Estado do Ceará.
3.1.4. Categoria D: Egresso do Ensino Médio, que tenha cursado com aprovação, todo o Ensino Médio regular, durante três anos letivos (1o, 2o e 3o anos), em escolas públicas (municipal, estadual ou federal) de funcionamento regular no Estado do Ceará.
3.1.5. Categoria E: Aluno que esteja cursando o segundo semestre do 3o ano do Ensino Médio em escola pública (municipal, estadual ou federal) de funcionamento regular no Estado do Ceará e que tenha cursado o 1o semestre do 3o ano em escola pública (municipal, estadual ou federal), bem como o 1o e o 2o anos do Ensino Médio, com aprovação, também em escola pública (municipal, estadual ou federal) de funcionamento regular no Estado do Ceará.



4. DA DOCUMENTAÇÃO A SER ENTREGUE NO ATO DO PEDIDO DE ISENÇÃO
4.1. A documentação que deverá ser entregue no ato do pedido de isenção, por categoria é a que segue:
4.1.1. Categoria A – Professor ou funcionário da FUNECE e professor ou funcionário cedido à FUNECE:
a) Requerimento em formulário padronizado de solicitação de isenção, devidamente preenchido, sem emendas ou rasuras;
b) Fotocópia do documento de identidade, que deverá ser conferida pelo original, quando não autenticada;


c) Fotocópia do último contracheque (somente para professor ou funcionário da FUNECE) ou Declaração emitida pelo Departamento de Pessoal (DEPES) da UECE, informando que é professor ou funcionário da FUNECE ou professor ou funcionário cedido à FUNECE;
d) No caso de funcionário, fotocópia, acompanhada do original quando não autenticada, do Certificado de Conclusão do Ensino Médio ou fotocópia do Histórico Escolar dos 3 (três) anos do Ensino Médio, se o candidato já tiver concluído este nível de ensino, ou Declaração informando que o candidato está cursando o 2o semestre do 3o ano do Ensino Médio, caso seja esta a sua situação no momento do pedido de isenção.
4.1.2. Categoria B – Filho ou dependente legal (por decisão judicial) de professor ou de funcionário da FUNECE e filho ou dependente legal (por decisão judicial) de professor ou de funcionário cedido à FUNECE:
a) Requerimento em formulário padronizado de solicitação de isenção, devidamente preenchido, sem emendas ou rasuras;
b) Fotocópia, acompanhada do original quando não autenticada, do Certificado de Conclusão do Ensino Médio ou fotocópia do Histórico Escolar dos 3 (três) anos do Ensino Médio, no caso de o candidato ter concluído este nível de ensino, ou Declaração informando que o candidato está cursando o 2o semestre do 3o ano do Ensino Médio, caso seja esta a sua situação no momento do pedido de isenção;
c) Fotocópia do documento de identidade, que deverá ser conferida pelo original quando não autenticada;
d) Para o candidato filho de professor ou de funcionário da FUNECE:
 fotocópia do último contracheque do genitor que possuir tal vínculo ou Declaração emitida pelo Departamento de Pessoal (DEPES) da UECE, informando que o pai ou a mãe desse candidato é professor ou funcionário da FUNECE ou professor ou funcionário cedido à FUNECE;
e) Para o candidato dependente legal (por decisão judicial) de professor ou de funcionário da FUNECE ou professor ou funcionário cedido à FUNECE:
 fotocópia do último contracheque do responsável legal (exclusiva para professor ou funcionário da FUNECE) ou Declaração emitida pelo Departamento de Pessoal (DEPES) da UECE, informando que o responsável legal pelo candidato é professor ou funcionário da FUNECE ou professor ou funcionário cedido à FUNECE;
 fotocópia da decisão judicial.
4.1.3. Categoria C - Doador de sangue no Estado do Ceará:
a) Requerimento em formulário padronizado de solicitação de isenção, devidamente preenchido, sem emendas ou rasuras;
b) Fotocópia, acompanhada do original quando não autenticada, do Certificado de conclusão do Ensino Médio ou fotocópia do Histórico Escolar dos 3 (três) anos do Ensino Médio, no caso de o candidato ter concluído este nível de ensino, ou Declaração informando que o candidato está cursando o 2o semestre do 3o ano do Ensino Médio, caso seja esta a sua situação no momento do pedido de isenção;
c) Fotocópia do documento de identidade, que deverá ser conferida pelo original, quando não autenticada;


d) Certidão expedida pelo Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará – HEMOCE, conforme estabelecido no Art. 2º da Lei Estadual No 12.559/1995.
4.1.4. Categoria D - Egresso do Ensino Médio, que tenha cursado com aprovação, todo o Ensino Médio regular, durante três anos letivos (1o, 2o e 3o anos), em escolas públicas (municipal, estadual ou federal) de funcionamento regular no Estado do Ceará:
a) Requerimento em formulário padronizado de solicitação de isenção, devidamente preenchido, sem emendas ou rasuras;
b) Fotocópia do Histórico Escolar dos 3 (três) anos do Ensino Médio, que será conferida pelo original, quando não autenticada;
c) Fotocópia do documento de identidade, que deverá ser conferida pelo original, quando não autenticada.
4.1.5. Categoria E - Candidato que esteja cursando o segundo semestre do 3o ano do Ensino Médio em escola pública (municipal, estadual ou federal) de funcionamento regular no Estado do Ceará e que tenha cursado o 1o semestre do 3o ano em escola pública (municipal, estadual ou federal), bem como o 1o e o 2o anos do Ensino Médio, com aprovação, também em escola pública (municipal, estadual ou federal) de funcionamento regular no Estado do Ceará:
a) Requerimento em formulário padronizado de solicitação de isenção devidamente preenchido, sem emendas ou rasuras;
b) Fotocópia do Histórico Escolar dos 2 (dois) primeiros anos do ensino médio, que será conferida pelo original, quando não autenticada;
c) Declaração de que o candidato está cursando, em escola pública (municipal, estadual ou federal) de funcionamento regular no Estado do Ceará, o 2º semestre do 3º ano do Ensino Médio;
d) Fotocópia do documento de identidade, que deverá ser conferida pelo original, quando não autenticada.

5. DO RESULTADO DA ISENÇÃO
5.1. As seguintes relações serão disponibilizadas na secretaria da CEV/UECE e no site da CEV/UECE (www.uece.br/cev), a partir das 17h 00min do dia 09 de setembro de 2013:
5.1.1. Relações com os nomes dos candidatos das Categorias A, B, C, D e E, cujos requerimentos de solicitação de isenção da taxa de inscrição do Vestibular 2014.1 da UECE tiverem sido deferidos (aceitos).
5.1.2. Relações com os nomes dos candidatos das Categorias A, B, C, D e E, cujos requerimentos de solicitação de isenção da taxa de inscrição do Vestibular 2014.1 da UECE tiverem sido indeferidos (não aceitos).

6. DOS RECURSOS
6.1. Os Recursos Administrativos referentes ao indeferimento dos requerimentos de solicitação de isenção serão recebidos, nos dias 10 e 11 de setembro de 2013, nos locais a seguir indicados:
a) Protocolo Geral da UECE, no Campus do Itaperi, no horário das 08h 00min às


6. DOS RECURSOS
6.1. Os Recursos Administrativos referentes ao indeferimento dos requerimentos de solicitação de isenção serão recebidos, nos dias 10 e 11 de setembro de 2013, nos locais a seguir indicados:
a) Protocolo Geral da UECE, no Campus do Itaperi, no horário das 08h 00min às 12h 00min e das 13h 00min às 17h 00min, para os candidatos que solicitarem isenção em Fortaleza;


b) Nas Secretarias das Unidades Acadêmicas da UECE do Interior do Estado, no horário de funcionamento destas Unidades, para os candidatos que solicitarem isenção nestas Unidades.
6.2. O resultado do julgamento dos recursos administrativos relativos à isenção será divulgado no dia 13 de setembro de 2013 no endereço eletrônico www.uece.br/cev.

7. DA VALIDADE
7.1. A isenção concedida como consequência deste Edital terá validade para inscrição somente no Vestibular 2014.1.

8. DISPOSIÇÕES FINAIS
8.1. A inscrição dos candidatos de todas as Categorias contemplados com isenção do pagamento da taxa de inscrição do Vestibular 2014.1 será efetuada em conformidade com o que for estabelecido no Edital que disciplinará esse Certame.
8.2. No período de inscrição para o Vestibular 2014.1, o candidato contemplado com isenção da taxa de inscrição, quer seja parcial (50%), quer seja total (100%), deverá efetivar sua inscrição, de acordo com o que estiver prescrito no Edital que disciplinará o Certame: o fato de o candidato ter sido contemplado com isenção NÃO o inscreve automaticamente. Portanto, a inscrição para o Vestibular 2014.1 será obrigatória em todos os casos.
8.3. Será aceita a solicitação de isenção de taxa de inscrição feita por representante do candidato, mediante a entrega de toda a documentação exigida para o candidato, de acordo com a categoria em que ele se enquadra, e da fotocópia da identidade do representante, que será conferida pelo original quando não autenticada.
8.3.1. A ficha de solicitação de isenção deverá, obrigatoriamente, estar assinada pelo candidato e os documentos, autenticados ou acompanhados dos originais para serem autenticados pelo agente recebedor.
8.3.2. Cada representante poderá entregar, no máximo, 5 (cinco) requerimentos de solicitação de isenção.
8.4. Somente serão considerados documentos de identidade carteiras e/ou cédulas de identidade expedidas pelas Secretarias de Segurança, pelas Forças Armadas, pelo Ministério das Relações Exteriores e pela Polícia Militar; Passaporte Brasileiro; Carteira de Trabalho; Identidades para Estrangeiros; Carteiras Profissionais expedidas por Órgãos ou Conselhos de Classe que, por Lei Federal, valem como documento de identidade, bem como a Carteira Nacional de Habilitação (com fotografia, na forma da Lei no 9.503/97), desde que no prazo de validade.
8.4.1. Não serão aceitos como documento de identidade, dentre outros, certidão de nascimento, título de eleitor, cadastro de pessoa física (CPF), carteira nacional de habilitação – motorista (modelo antigo), carteira com data de validade vencida, carteira de identidade funcional não regulamentada por lei, carteira de estudante e boletim de ocorrência policial.
8.5. O recebimento da documentação do candidato por pessoal credenciado pela CEV/UECE não garante a concessão do benefício, pois os requerimentos de solicitação de isenção serão analisados pela CEV/UECE e aqueles que não estiverem de acordo com as condições estabelecidas neste Edital serão considerados indeferidos (não aceitos).


8.6. A solicitação de isenção da taxa do Vestibular pelo candidato implica o conhecimento e a tácita aceitação das normas e condições estabelecidas neste Edital, em relação às quais não poderá alegar desconhecimento ou inconformação.
8.7. Não será aceita a solicitação de isenção da taxa do Vestibular 2014.1 por qualquer outra via que não seja uma das definidas neste Edital, excetuando-se as situações de que trata seu subitem 8.11.
8.8. Não será considerada, em nenhuma hipótese, a anexação ou substituição de qualquer documento dentro ou fora do período estabelecido para solicitação de isenção da taxa do Vestibular 2014.1, se a mesma já tiver sido entregue.
8.8.1. Somente serão aceitos documentos que acompanharem recursos administrativos relativos a questionamento de indeferimento de requerimento de solicitação de isenção da taxa do Vestibular 2014.1 se, a juízo da CEV/UECE, não forem considerados anexação ou substituição daqueles documentos já entregues pelo candidato no ato do pedido de isenção.
8.9. A CEV poderá, no último dia do período de isenção, autorizar um novo prazo para que documento(s) exigido(s) para a isenção e que não sejam possíveis de ser apresentados por alguns candidatos seja(m) entregue(s). Neste caso fica criada a situação denominada de “Pedido de Isenção Pendente”.
8.9.1. O candidato com Pedido de Isenção Pendente entregará toda a documentação referente à isenção até a data limite estabelecida, não sendo aceita, em nenhuma hipótese, a entrega em data posterior.
8.9.2. A CEV adotará procedimentos administrativos de controle dos Pedidos de Isenção Pendentes.
8.10. A CEV poderá credenciar Escolas Públicas para receberem a documentação referente a pedidos de isenção de candidatos enquadrados nas Categorias elencadas nos subitens 3.1.4 e 3.1.5, mediante os seguintes procedimentos:
a) A Escola enviará correspondência à CEV/UECE, solicitando credenciamento para receber os pedidos de isenção e a documentação respectiva;
b) Na correspondência deverá constar o nome de um coordenador ou professor da Escola, para ser seu representante e interlocutor com a CEV e, consequentemente, o responsável pelos trabalhos referentes ao processo de isenção naquela Escola;
c) O interlocutor deverá comparecer à sede da CEV para ser cadastrado, comprovar seu vínculo com a Escola, tomar conhecimento dos procedimentos e instruções e assinar o Termo de Credenciamento.
8.10.1. O período de credenciamento da Escola será de 07 a 14 de agosto de 2013.
8.10.2. Poderão ser credenciadas Escolas fora do prazo estabelecido no subitem anterior, desde que a CEV/UECE aceite a justificativa apresentada.
8.11. Os candidatos amparados pela Resolução No 293-CD, de 21 de junho de 2006, do Conselho Diretor, poderão solicitar isenção da taxa de inscrição do Vestibular 2014.1, por meio de protocolo, durante o período destinado à inscrição dos candidatos ao Vestibular, nos dias que serão divulgados no Edital de inscrição.
8.11.1. As solicitações a que se refere o item anterior somente poderão ser aceitas se forem protocolizadas até o prazo especificado.
8.12. Os itens e/ou subitens deste Edital poderão sofrer eventuais alterações, atualizações ou acréscimos, que serão informados no endereço eletrônico www.uece.br/cev, por meio de Edital ou Comunicado Oficial expedido pela Comissão Executiva do Vestibular da Universidade Estadual do Ceará (CEV/UECE).
8.13. Não haverá devolução da documentação entregue por ocasião da solicitação de isenção da taxa de inscrição do Vestibular 2014.1 da UECE.
8.14. Os casos omissos serão resolvidos por deliberação da Comissão Executiva do Vestibular da Universidade Estadual do Ceará.

REITORIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ, em Fortaleza, 1o de agosto de 2013.


Prof. Dr. José Jackson Coelho Sampaio
Reitor da UECE